Dobrando os pelegos, vamo cantar! Me vou a cavalo, de mala e cuia, se Deus quiser Costeando a cerca, com a alma presa num chamamé Me vou a trote, no serigote desse gateado Que, embora curto, gruda o crinudo no meu costado Saio garreado, de peito inflado, abrindo picada Sujo de terra o mundo, nas rédeas, chapéu fincado A volta vem e os calaveras se secam Tendo por perto os pagos alheios do outro lado Devagarzito, (quero ouvir!) se afirma o tranco Boleando a perna, abrindo a goela num Sapucaí Devagarzito, se afirma o tranco Boleando a perna, abrindo a goela num Sapucaí Me vou a cavalo, de mala e cuia, se Deus quiser Costeando a cerca, com a alma presa num chamamé Me vou a trote, no serigote desse gateado Que, embora curto, gruda o crinudo no meu costado Saio garreado, de peito inflado, abrindo picada Sujo de terra o mundo, nas rédeas, chapéu fincado A volta vem e os calaveras se secam Tendo por perto os pagos alheios do outro lado Devagarzito, se afirma o tranco Boleando a perna, abrindo a goela num Sapucaí Devagarzito, se afirma o tranco (cantando, Santa Cruz!) Boleando a perna, abrindo a goela num Sapucaí Boleando a perna, abrindo a goela num Sapucaí Boleando a perna, abrindo a goela num Sapucaí Me vou a cavalo, de mala e cuia, se Deus quiser