Como uma pedrinha no pé quando se pisa Aquela pontinha de dor, que logo alivia Venho a cruzar com a liberdade, que eu não queria E no retorno da saudade, me recordo de quando sorria Avistando de longe, como eu quero Que sejam suas pegadas no chão Um enlace, sem teu abraço O delírio maltrata, tal recordação Todos sorrisos seu Leva ao caminho do abrigo Onde o sozinho se torna acolhido Diante da falta que você me faz Vejo uma versão mais bela da vida São perdas que não tem partidas Entrelaçadas as mãos, a caminho do recanto preferido Amado por nós, mas por muitos ainda desconhecido Desdenho você com capricho, Em suas inocentes distrações Ingênuas histórias contornadas com muito carinho Guardo em gavetas lembranças simples, mas valiosas Num mundo onde todos têm o seu fim Cada presença é preciosa Todos sorrisos seu Leva ao caminho do abrigo Onde o sozinho se torna acolhido Diante da falta que você me faz Vejo uma versão mais bela da vida São perdas que não tem partidas