[Verso 1 Oh, doce Judite, guardiã do chão, Tuas mãos plantaram mais que o pão. Cultivaste amor em cada semente, Teu coração foi sol, tão envolvente. Na terra encontraste teu verdadeiro lar, Cuidaste da vida, do brotar ao amar. Mas a cidade chamou, te levou a razão, Deixando saudade em cada grão. [Refrão És a flor que nunca murcha, doce eternidade, Nos braços do tempo, tua bondade é verdade. Judite querida, anjo de afeto e luz, Tua memória é o sol que sempre reluz. [Verso 2 Teu sorriso, riacho em dia de verão, Tuas palavras, bálsamo em oração. Com olhos brilhantes, contemplavas o céu, E na simplicidade, bordavas o véu. Foste mãe, amiga, farol a guiar, Nos campos e ruas, sempre a nos inspirar. Mesmo longe da terra, teu espírito ficou, No vento das árvores, tua voz ecoou. [Refrão És a flor que nunca murcha, doce eternidade, Nos braços do tempo, tua bondade é verdade. Judite querida, anjo de afeto e luz, \t Tua memória é o sol que sempre reluz. [Ponte E quando o céu te abraçou, chorou a aurora, Mas cada estrela é tua, Judite, agora. Teu legado é um jardim que não tem fim, Vives em cada folha, em cada jasmim. [Refrão És a flor que nunca murcha, doce eternidade, Nos braços do tempo, tua bondade é verdade. Judite querida, anjo de afeto e luz, Tua memória é o sol que sempre reluz. [Final Oh, doce Judite, nunca vais partir, Em cada coração, continuas a existir. Com o aroma da terra e a força do amor, Tua vida é canção, eterno louvor.