(Verso 1) O relógio marcando, madrugada chegou, A saudade pesando, e o peito chorou. No copo vazio, restou solidão, A lembrança invadindo sem pedir permissão. (Pré-Refrão) Cada riso que a gente dividiu, Hoje vira dor que não se esconde, As promessas que o tempo destruiu, Ficam ecoando bem mais forte. (Refrão) Fim de linha, coração perdido, Te procurei, mas só achei o meu vazio. Fim de linha, e o amor bandido, Fez morada, mas deixou tudo partido. Fim de linha... Fim de linha... (Verso 2) As paredes conhecem o que ninguém vê, Minhas lágrimas contando o que sinto por você. A fumaça subindo, o passado voltou, Na batida da saudade, meu peito afogou. (Pré-Refrão) Cada toque, cada beijo que sumiu, Vira ferida que o tempo não apaga, E a lembrança do seu nome que feriu, Corta a alma e deixa a dor que não se cala. (Refrão) Fim de linha, coração perdido, Te procurei, mas só achei o meu vazio. Fim de linha, e o amor bandido, Fez morada, mas deixou tudo partido. Fim de linha... Fim de linha... (Ponte) E eu vou, sem saber pra onde, Com sua sombra atrás de mim, Meu destino é caminhar sozinho, Até que essa dor tenha um fim... (Refrão) Fim de linha, coração perdido, Te procurei, mas só achei o meu vazio. Fim de linha, e o amor bandido, Fez morada, mas deixou tudo partido. Fim de linha... Fim de linha... (Final) Amanheceu, mas o peito não se acalma, Fim de linha, e só restou silêncio na alma...