Rei do Asfalto Verso 1 Nas ruas da favela, eu sou o rei, Com a malandragem, sempre sei o que fazer. Entre becos e vielas, no passo ligeiro, Com meu charme, sou o verdadeiro. Pré-refrão O asfalto é meu palco, a selva é meu chão, Com a cabeça erguida, sigo a missão. No meu jogo, a vida é dura, mas eu enfrento, E a vitória é minha, não há outro argumento. Refrão Sou o rei do asfalto, dominando o morro, Com jeito e malícia, vou seguindo o jogo. O povo me respeita, me vê com olhar de admiração, Porque eu sou o rei, é a minha vocação. Verso 2 No samba, no pagode, na batida do pandeiro, Minha malícia é como um mistério. Nas ruas da cidade, eu sou o líder, Com meu jeitinho, ninguém me impede. Ponte Com a mente afiada, nada me surpreende, Na selva urbana, quem souber, entende. A vida é dura, mas sou sábio na arte, No jogo da vida, eu sei como parte. Refrão Sou o rei do asfalto, dominando o morro, Com jeito e malícia, vou seguindo o jogo. O povo me respeita, me vê com olhar de admiração, Porque eu sou o rei, é a minha vocação. Solo de Cavaquinho (Uma melodia descontraída, cheia de malícia, trazendo o clima do morro e a leveza do pagode.) Refrão Final Sou o rei do asfalto, dominando o morro, Com jeito e malícia, vou seguindo o jogo. O povo me respeita, me vê com olhar de admiração, Porque eu sou o rei, é a minha vocação. Outro Com o som do pagode, a rua vibra e bate, Sou o rei do asfalto, ninguém me abate.