(Intro)
(Primeira Estrofe)
Se pudesse ter sorrido mais, Deixado a pressa pra depois, Ouvindo o vento em vez do caos, Falado menos, sentido a voz.
(Refrão)
No fim das contas, só resta o tempo, Que a gente perde pensando em ter. No fim das contas, o que fica mesmo, É o que a gente não soube ver.
(Segunda Estrofe)
Quisera ter amado em paz, Em cada erro, achar lição. Tocado o céu sem medo do chão, Vivido sonhos sem permissão.
(Refrão)
No fim das contas, só resta o tempo, Que a gente perde pensando em ter. No fim das contas, o que fica mesmo, É o que a gente não soube ver.
(Terceira Estrofe)
Se ao menos guardasse o mar, Nos olhos de quem me ensinou. Soltado as âncoras, deixado ir, Trocado o pranto por um sorriso novo.
(Refrão)
No fim das contas, só resta o tempo, Que a gente perde pensando em ter. No fim das contas, o que fica mesmo, É o que a gente não soube ver.
(Ponte)
Se eu soubesse, se eu pudesse, Não viveria só por viver...Mas no fim das contas, só resta o tempo, E cada momento que deixei perder.