Correndo por campos onde o silêncio grita,
Chernarus me chama, mas a vida é restrita.
Cada sombra é um inimigo, cada som me ameaça,
O eco das cidades, onde o perigo se enlaça.
Olho pro horizonte, vejo nada além de dor,
Ruas vazias que sussurram o horror.
Um vírus, um caos, ninguém pra confiar,
Lutar pela comida ou pela alma se matar.
Chernarus me chama, mas eu não posso voltar,
A cada passo, o perigo vai me encontrar.
Lutando pra viver, mas a morte sempre vem,
Nesse mundo quebrado, quem é herói, quem é refém?
Sangue na neve, trilhas na lama,
Do alto da colina, vejo o inferno em chamas.
Fantasmas da guerra, zumbis na espreita,
Cada decisão aqui pode ser minha receita.
Pessoas são monstros, saqueadores à vista,
Confiança é um luxo nessa terra maldita.
Corro, me escondo, armas em punho,
Minha única certeza: é tudo ou é nada no fim do túnel.
A fome consome, o frio não perdoa,
Um tiro ecoa, quem será que se magoa?
Sem amigos, sem razão, tudo é instinto,
Sobreviver aqui é o único labirinto.
Mas eu vejo a luz, ainda respiro,
Mesmo que o mundo seja só um delírio.
Os dias são cinza, mas eu vou lutar,
Porque meu destino é meu pra conquistar.
Chernarus me chama, mas eu não posso voltar,
A cada passo, o perigo vai me encontrar.
Lutando pra viver, mas a morte sempre vem,
Nesse mundo quebrado, quem é herói, quem é refém?
Chernarus! Terra de ninguém!
Chernarus! O medo não tem fim!\"**
\"Só os fortes permanecem!\"*
Chernarus me chama, mas eu não posso voltar,
A cada passo, o perigo vai me encontrar.
Lutando pra viver, mas a morte sempre vem,
Nesse mundo quebrado, quem é herói, quem é refém?
E quando tudo acabar, e o silêncio me abraçar,
Será que fui eu, ou só um reflexo a lutar?