Ah, que saudade bateu, do tempo que não volta mais,
Dos dias na roça, tão simples e tão reais.
O cheiro da cozinha, o calor do fogão,
As mãos da minha vó, com tanto amor e paixão.
(Verso 1)
Era pamonha fresquinha, doce de leite no tacho,
Paçoca bem feita, e o bolo saindo no facho.
O pé de moleque crocante, fazia a gente sorrir,
Naquela varanda, dava gosto de existir.
(Refrão )
Doce lembrança na roça, é o sabor da emoção,
Cada pedaço da vó era amor no coração.
Entre o fogão e a mesa, histórias pra contar,
Doce lembrança na roça, que nunca vai se apagar.
(Verso 2)
O cheiro do milho na palha, o café no bule a ferver,
A simplicidade da vida, que fazia o dia nascer.
A vó com sua risada, sua sabedoria tão pura,
Ensinava que o amor é a maior das doçuras.
(Refrão )
Doce lembrança na roça, é o sabor da emoção,
Cada pedaço da vó era amor no coração.
Entre o fogão e a mesa, histórias pra contar,
Doce lembrança na roça, que nunca vai se apagar.
(Ponte)
E hoje, quando fecho os olhos, sinto o gosto, o calor,
Das tardes que nunca morrem, guardadas com tanto amor.
A roça é mais que um lugar, é um pedaço de mim,
Doce lembrança da vó, um amor que não tem fim.
(Refrão Final - Triunfante e emocionante)
Doce lembrança na roça, é o sabor da emoção,
Cada pedaço da vó era amor no coração.
Entre o fogão e a mesa, histórias pra contar,
Doce lembrança na roça, que nunca vai se apagar.
(Outro)
O tempo pode passar, a vida pode mudar,
Mas as doces lembranças na roça, sempre vão ficar.
Na memória, na alma, no sabor de recordar,
Minha vó e sua cozinha, sempre vão me abraçar.