No fluir das horas, sem perceber,
O tempo passou, sem que eu visse o viver.
As estações mudaram, as folhas caíram,
E eu, distraído, nem mesmo percebi.
No ímpeto da juventude, sonhos se desdobram
Mas como folhas ao vento, logo se dispersam
As certezas se desfazem, os desejos se transformam
E a sinfonia do adeus os corações alcançam
A metamorfose da vida traz consigo a mudança
Os amores se despedem, como ondas mansas
Mas no fluir do tempo, encontram-se novas esperanças
E a sinfonia do adeus se transforma em bonança
Assim, os jovens seguem, rumo ao novo horizonte
Deixando para trás as dores e desafios da dor
Pois na sinfonia do adeus, encontram A PAZ
No crepúsculo da juventude, novos horizontes se abrem
E os jovens se despedem do que um dia já foi
As mudanças os transformam, os amores se desatem
mas não seguiu por um adeus, a vida
Cada adeus é um passo em direção ao desconhecido
Uma dança entre o velho e o novo,
um renascer prometido
Os sonhos se renovam, em um ciclo colorido
E na sinfonia do adeus, o passado é despedido
No crepúsculo da juventude, novos horizontes se abrem
se abrem
E os jovens se despedem do que um dia já foi
AMANTES, AS MUDANÇAS
OS TRANSFORMAM, OS AMORES SE DESATEM
Mas, eu na sinfonia do adeus,
a vida os reforma e cobram sem fim
Cada adeus é um passo Sem direção ao desconhecido
Uma dança entre o velho e o novo,
um renascer prometido
Os sonhos se renovam, em um ciclo colorido
assim, os jovens seguem seu destino, traçado
entre o adeus e o recomeço, um coração marcado
mas na melodia do tempo, o futuro é forjado e na sinfonia do adeus
O sol nasceu e se pôs tantas vezes,
E eu, imerso em afazeres, nem vi as matize (crises.)
Os risos, os sonhos, os momentos vividos,
Ficaram guardados, sem que os apreciasse.
Mas agora, no silêncio que o tempo me traz,
Refletindo sobre o que passou sem se notar,
Prometo a mim mesmo estar mais presente,
E viver cada instante sem deixar escapar.